3 anos… Muito e nada mudou!

Já são mais de 3 anos sem postar nada. Tive algumas razões para isso. Entre as top-algo-entre-1-e-100, estavam a preguiça… E a falta de criatividade para falar de algum assunto.

Não que tenha pensando em algo agora… Sinto muito por isso.

Continuei assistindo séries e filmes, lendo muitos livros incríveis, tomando cervejas e me divertindo sempre que possível. Sendo assim, nada mudou.

Agora sinto que estou tendo a velha necessidade de bater-papo unilateral sobre idéias malucas e coisas sem sentido como fiz antes, por exemplo.

Vamos ver no que dá. E tenho outras coisas para falar ainda. Política, religião e futebol???? Ha Ha Ha… Não… Peraí… Talvez alguma coisa nestes moldes sim, afinal opinião é igual a bunda e todos temos uma. Pode não ser bonita, mas é nossa.

Vamos ver o quanto a opinião desajustada pode levar.

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Formato Gif faz 25 anos

Como o tempo passa, não? Eu já estou na casa dos 30 e o gif completa agora 25 anos. O formato criado pela CompuServe em 1987, foi criado para ser uma solução de imagem simples e compacta. Naquela época não era necessário mais que 256 para representar imagens nas precárias telas, resoluções e demais sistemas. Com a internet, o format ficou mais popular do que nunca com a versão animada dos gifs.

Muitos deles hoje são utilizados como foto-respostas em blogs, fórums e tumblrs espalhados pela internet.

Existe até mesmo um site em que você assiste a gifs animados numa interface que lembra uma antiga TV. Hoje, ao abrir o site, vi isso aqui.

Não é dos mais engraçados, mas já dá uma idéia do que encontrar por aí.

Mais alguns:

Montagens com Obi-Wan Kenobi

 

 

 

 

 

 

 

Mais alguns de vários tipos:

 

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I’m about to lose… my worried mind

Perdi o sono hoje mais uma vez. Não sei o que anda acontecendo comigo. Já faz algumas semanas que não durmo bem. Não é insônia, sabe. Durmo feito uma pedra nas primeiras horas. Mas quando está chegando a manhã, lá pelas 5 horas, começo de novo com o sonho.

A cada vez mais acredito que seja uma visão, não um sonho. Ou talvez uma experiência extra-corpórea. Já li sobre este assunto. Tenho um amigo que acredita que eu já tive uma coisa assim.

O tópico deste sonho é sempre o mesmo. A mulher da praia. Sinto que a conheço, mas não consigo vê-la no sonho. Sinto que a ela está esperando por mim, assim como eu a espero. Pode soar piegas, ridículo ou o que for. Mas eu acredito. Sei que ela tem um sorriso que me faz me sentir muito bem. Sei que ela tem um jeito de entender como sou complicado e consegue me ajudar a melhorar em muitos aspectos. O que eu não sei é como é o rosto dela e onde ela está.

O Sonho sempre começa em uma praia. Eu chego até a beira do mar e paro para descansar. É que tenho andado sozinho por muito, muito tempo. E por um longo, longo caminho. Olho para trás e o que vejo são apenas pegadas. Apenas o meu legado. Sei que é impossível seguir em frente neste ponto, afinal eu não consigo caminhar sobre as águas. Eu olho para a esquerda e não vejo sinal de nada. Eu olho para a direita e vejo uma silhueta distante. Vejo os passos deixados e vejo que eles começaram bem perto de mim, como se alguém estivesse ali. Eu começo, então, a correr em direção desta pessoa que está bem longe, que parece caminhar calmamente a beira-mar. Pouco depois, percebo que é uma mulher que está a minha frente. Eu grito para ela: “Ei. Por favor… Espere!”. Ela parece nunca ouvir. Me aproximo mais e vejo alguns traços físicos dela. Longos cabelos lisos soprados em direção ao continente pela brisa do mar, acompanhados da canga branca em volta de sua cintura. Seu biquini também é branco e ela está com um par de chinelos na mão. Eu corro cada vez mais, mas nunca chego perto o suficiente… e acordo.

É frustrante. Muito frustrante. Eu tenho este sonho, sempre do mesmo jeito, há um tempão. Talvez eu esteja enlouquecendo. Ou talvez seja uma imagem que estou na cabeça e não consigo tirar. Existe uma variante deste sonho, eu acho. Uma vez, eu estava na praia com esta mulher, tocando para ela uma música que fiz para ela. Me lembro da música e cheguei realmente a compô-la. Mas não vi o rosto dela nem assim. Porque este sonho tinha uma visão sobre mim. Eu estava me vendo sentado, com o violão nas mãos e ela de frente para mim. Então, no sonho, eu a via de costas. Mas eu sentia o calor do sorriso dela e o brilho que a visão dos olhos dela causava em mim. A euforia. A paixão.

Ai, ai. Eu sei…

É por isso que estou aqui, ouvindo “Since I’ve Been Loving You” do Led Zeppelin, enquanto escrevo sobre “estou prestes a perder minha mente”. As  vezes eu não sei o que pensar a respeito. As vezes, acho que isso é uma coisa de louco mesmo. Mas toda vez que acabo sonhando com isso, eu perco o sono e madrugo. Não me sinto cansado nem nada. O dia transcorre normal como qualquer outro. Talvez até com mais energia.

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Carmageddon voltou!

Imagino que muita gente não deva conhecer o jogo CARMAGEDDON. Ele foi lançado apenas para PC lá pelo ano de 1997 ou 1998. Lembro que consegui uma cópia do jogo com um amigo que tinha conseguido com outro. E era assim que se fazia na época. Copíavamos os jogos em disquete, compactando na mão com os velhos programas arj, e torcíamos para os disquetes não darem pau. Foi assim também que joguei muitos jogos. O recorde foi 28 disquetes para primeiro Need For Speed.

Mas estou aqui para falar de Carmageddon, o precursor de jogos “violentos, que tornam as pessoas violentas”. A idéia do jogo era que você era um motorista de um campeonato de corrida em que você podia ganhar das seguintes maneiras:

  • Completando as voltas (dã!)
  • Destruindo seus oponentes (99% das vezes)
  • Matando todos os infelizes pedestres que estavam na área.

Era isso mesmo! E apesar de toda a polemica envolvida, eu nunca atropelei ninguém e nem tentei fazer um bônus de estilo. Mas por que será que o famigerado jogo está de volta? A empresa que o criou conseguiu os direitos de volta e vai lançá-lo em Fevereiro de 2013.

Bom, não é? Mas eles precisam de ajuda. Através do Kickstarter, neste link a empresa pede ajuda para conseguir U$ 400.000,00 dólares para finalizar o jogo. Com a doação inicial de 15 obamas, você pode receber uma cópia do jogo pelo Steam, com direito a atualizações futuras. Os 15 obamas só serão cobrados se eles conseguirem chegar ou ultrapassar o valor estipulado. Em apenas 4 dias, até escrever este post, já conseguiram juntar pouco mais de U$ 200.000,00 obamas!

Eu fui um dos que colaboraram. Estou agora na onda do Steam também. É muito bom, repleto de jogos legais e de preços bem acessíveis. Para quem joga em PC ainda, é a melhor alternativa para quem quer adquirir jogos de modo legal. Voltando ao assunto, eu acho que conseguirão muito mais do que o valor pedido. Se você conheceu o jogo e se lembra, eles prometem um remake do original com os gráficos e a jogabilidade de hoje. Isso será épico!

Para quem não conhece o jogo, tem alguns vídeos no Youtube, como este aqui.

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Lá… e de volta novamente!

Estive muito ausente… Estava de férias, viajei um pouco, saí da rotina, ri, passei raiva, bebi, comi, me diverti o máximo que eu consegui em um período tão curto quanto 15 dias.
Também descansei, um pouco, depois de tudo isso para poder voltar renovado para a minha vida regular. E agora estou de volta, inclusive escrevendo novos posts.
Algo que eu não vinha fazendo regularmente. Culpa de outras obrigações que eu tinha que fazer. Preciso pagar as contas de alguma forma, certo?

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A Lógica do Teletransporte

Neste final de semana assiti ao filme John Carter: Entre dois mundos (John Carter of Mars) no original. Boa história sobre um soldado que é acidentalmente transportado para marte e lá conhece uma gata de uma princesa (a gata Lynn Collins) e a ajuda a enfrentar seus inimigos e a libertar marte da possível opressão. Ok, ok. Nós já vimos isso em muitos outras histórias, certo? Baseado no romance de Edgar Rice Burroughs, mais conhecido como o criador de Tarzan, este conto foi escrito no começo do século 20, quando as ideias de ciência se confundiam com a fantasia.

Mas uma coisa que me pegou mesmo durante o filme foi a explicação encontrada pelo autor para que John fosse “transportado” até Marte. No conto ele é, na verdade, “telegrafado”. É feita uma cópia eletrônica dele da Terra para Marte. Seu corpo continua, inerte, na Terra. Enquanto isso, sua cópia continua sua jornada com as memórias e personalidade de John. Como se fossem suas. Mas espera aí… Elas são dele. Tanto quanto do outro lá na Terra.

Isso é uma coisa que já foi discutida em Ficção Científica. A noção do que realmente seria um teletransporte. Seria até mesmo uma discussão ética se alguma coisa assim realmente existisse. Pensar que você será quebrado em bilhões de pequenos pedaços e remontado depois. O que poderia ser perdido nesse meio termo? Coisas da sua mente, do seu passado? Sua alma, caso você acredite nisso? Ou mesmo que acontecesse como o filme nos mostra e uma cópia sua fosse enviada ao seu destino, enquanto seu corpo ficaria inativo aqui.

Como seria? Nossos processos biológicos iriam continuar normais, mas nossas mentes estariam longe? Pelo jeito que o filme deixa a coisa, o John que ficou na Terra, estaria numa espécie de coma induzido. Ele ficaria aqui babando enquanto sua cópia, seu sonho vívido, percorreria os desertos de Marte com uma princesa-deusa-marciana que se apaixona por ele. E o cara ainda ganha uns super-poderes devido a sua estrutura molecular singular naquele planeta. É um tipo de sonho que todo mundo tem. E acho que o velho Ed Rice teve uns sonhos malucos e conseguiu escrever uma história de ação e aventura bem maneiras, embasadas na fantasia e no conhecimento científico que tínhamos no começo do século passado.

No final, a explicação para o transporte e para a conclusão da saga de John Carter aqui na Terra foi o que mais me agradou no filme. Eu não tinha lido a obra de Burroughs ainda. Nunca achei estes livros por estas bandas. Tão difícil de achar quanto era com os livros do Tolkien antes de virarem aquela magnífica referência de cinema nas mão de Peter Jackson. Andrew Stanton, que dirigiu e cuidou do roteiro, não é o Jackson. Eu sei. Mas um cara que fez algo tão bacana como Wall-e merece nosso respeito em fazer algo desse porte em live action depois de tanto mexer com animações.

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The Aveeeengers

The Aveeengers! Era assim que começava um jogo antigo de video-game que tinha dos vingadores. Naquela época reinava os side-scrooling beaters, gênero eternizado pelos saudosos Golden Axe, Final Fight e Streets Of Rage.Era simples e tinha apenas Capitão América, Homemde Ferro, Visão e Gavião Arqueiro.

E 3 destes personages citados estão no vindouro filme da Marvel Movies. Eles estão preparando o terreno desde o ótimo “Homem de Ferro” em 2008. De lá pra cá, tivemos mais um Homem de Ferro, Hulk, Capitão América e Thor.

Agora eles se juntam em uma nova franquia, Os Vingadores. Eu estou torcendo para que este filme saia com uma qualidade incrível. Quem assistiu os trailers divulgados nas últimas semanas – e é fã – está se remoendo para finalmente assistir ao filme.

Como eu falei quando comentei em Thor, a Marvel está fazendo seus filmes como fazem os quadrinhos. Apresentam as coisas, deixam você empolgado e pedindo mais. Mas nada é concluído e tudo fica para a próxima edição. Ou numa esdição especial. Agora os casos são com filmes. E assim foi em todos eles. Os vilões são contidos (e não aniquilados) e podem voltar com um plano para dominar ou destruir o mundo num piscar de olhos.

Mas nossos heróis estarão lá, para que possam defender a terra contra as maiores forças do mal. Vamos torcer para que este novo arco que a Marvel está criando seja tão incrível como até agora apresenta. Tem muito material antigo para ser utilizado. É possível sair algo de qualidade, não?

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