Arquivo de setembro \27\UTC 2011

In Rock… In Rio – Parte 1

Neste domingo (25 de Setembro) estive no Rock In Rio para curtir o dia do Rock mesmo. “O melhor dia do festival!”, nas palavras de James Hetfield. Mas este primeiro post vai falar da epopéia para se chegar à cidade do Rock e quão bem executada e organizada foi este dia. Tudo na minha humilde visão, claro.

Levantei cedo, antes das 7:00hs para ira Confins e pegar meu voo para o Rio de Janeiro. Tive alguns contra-tempos durante todo o dia, mas fica para um post de caneladas e enrascadas – junto com algumas fotos.

Pegamos um ônibus que nos levariam do aeroporto até uma estação que serviria para concentrar todas as saídas/chegadas dos bairros, aeroportos e rodoviária e deste partiriam ônibus exclusivos para a cidade do Rock. Chegando na cidade do rock após mais de 2 horas rodando a cidade do RJ – deu pra ver de relance praias, pessoas nas orlas e outras coisas. Só não vi o Sol pois estava um clima fechado que prometia uma chuva a qualquer momento.

Descendo na cidade do Rock, enfretamos uma fila em uma distância de uns 2 ou 3 Km para chegar aos portões ainda. Durante o trajeto foi possível tomar algumas latas de cerveja por um preço bem acessível. 4 por R$ 10,00. E estavam realmente geladas. E tinha sempre gente vendendo mais durante o caminho.

Passamos pela roleta e o RIRCard que eu tinha guardado desde o ano passado foi perfurado. NO! Mais alguns passos, depois de ficar pulando igual a um maluco, fizemos uma rápida caminhada pelo complexo para ver como tudo tinha realmente ficado. E gostei realmente do trabalho que foi realizado pela organização. A todo momento você encontrava pessoas para te orientar. Tinha um grande layout com a grade de Programação do dia.

O palco Mundo ficava bem no centro, já visível assim que você começa a entrar no parque. Dessa mesma visão, à direita, encontra-se o palco sunset onde tocam as bandas que começam os shows do dia até as 19:00 hoas quando o palco mundo dá sentido ao seu nome e se tansforma no palco para o mundo inteiro parar e ver o que está acontecendo lá.

Os shows do dia (não assisti a todos, porque ou não gostava da banda ou estava tentando buscar cerveja no meio da multidão e a cada ia ficando difícil voltar pro lugar em que estava antes. Do lugar onde eu estava tinha visão muito mais privilegiada do palco mundo.Os shows estavam começando sem atraso, até que o Sepultura atrasou no palco sunset e o Gloria começou antes deles terminarem seu set-list.

A cada intervalo entre os shows era o corre-corre para tentar ir n o banheiro, comprar um nova bebida/comida ou simplesmente tentar chegar mais na frente. Alguém poderia sair dali a poucos metros de onde você estava. Uma maneira mais que especial para tentar chegar junto ao palco. Os outros “eventos” do Rock In Rio, barracas de comida e bebida, souvenirs, montanha-russa e roda gigante, além dos banheiros continuavam funcionando a todo vapor. E devem ter ficado abertos ainda mais um bom tempo, já que depois da desforra Headbanger do dia, estava rolando música eletrônica. Isso sim, dispensável (para o dia, ok?).

 

, ,

Deixe um comentário

Eu vi no novo ThunderCats…

… e acabei por gostar do que vi. Sério. Eu me lembro da época em que assistia ao desenho nas manhãs de desenho da Globo. Era um dos desenhos que eu mais gostava de assistir junto com Caverna dos Dragões.

Há uns meses atrás eu vi a primeira imagem da nova versão do desenho. Essa aí do lado ó…

E eu acabei não gostando muito do desenho por desfigurar o Panthro. O Tygra ganhou um visual muito legal, renovado e sem perder todas as suas características. Sheetara e Lion-O foram rejuvenecidos. E claro, temos o Snarf, Willykit e Willykat.

Assisti ontem aos 8 episódios que saíram da série e fiquei surpreso. Lógico que algumas mudanças foram feitas. Os gatos agora já estão no Terceiro Planeta e tem um vasto reino no início da história. Lion-O é mostrado como um jovem príncipe em treinamento para assumir a coroa.

Tygra é o seu irmão, que apesar de mais velho, não é o herdeiro direto. O porquê não foi explicado e os dois tem uma competição normal entre irmãos.

Sheetara agora é membro de um grupo clérigo que é liderado por Jaga e mostra, desde sua primeira aparição, seu interesse em Lion-O.

Panthro começa sumido em combate e só aparece no 4º episódio (desculpe os spoilers…).

Tem os mutantes sim. Mas aparentemente eles são várias raças de animais diferentes. Lagartos, chacais, abutres e outras raças caíram todos no Terceiro Planeta quando um ancestral de Lion-O, que servia Mum-Ra, organizou uma revolta e roubou a jóia que se tornou então o Olho de Thundera na Espada Justiceira. Só que apenas os lagartos – com seu general Escamoso – apareceram até o momento servindo a Mum-Ra.

Os lagartos conseguiram com a traição de um Thunderiano, derrubar as defesas e matar o pai de Lion-O. Então toda a jornada do grupo que já conhecíamos tem início. Mesmo que de uma forma diferente. Tirando o oitavo episódio que foi bem fraquinho, mas que serviu para mostrar a Lion-O que ele deve confiar em si e não na espada, a série começou bem. Tomara que continue assim.

E para quem não se lembra da equipe antiga, veja a foto da equipe abaixo.

, , ,

Deixe um comentário

Impressão 3D e o futuro

Estava lendo sobre impressoras 3D e tudo aquilo que poderíamos fazer com ela. Hoje ainda saiu a reportagem sobre o carro dessa imagem que foi todo feito com peças impressas em 3D. Demais não, é?

Batizado de Urbee o carrinho é meio estranho mas pense só nas possibilidades dessa idéia de impressão 3D. Imagine que no futuro você irá comprar alguma coisa e receberá no seu e-mail (se existir ainda até lá!) ou qualquer outro ponto de recebimento pessoal digital um esquema de impressão das peças que irão compor o seu produto.

Cara, eu sei que isso é uma coisa totalmente ficcional – até impossível – mas este pode ser o caminho para o futuro mesmo. Imagine não ter que esperar para receber algum produto ou item comprado.

Talvez não aconteça assim, se pensar que você pode “guardar” o esquema e re-imprimir um monte de vezes. Isso seria uma coisa meio ruim para a indústria. Ou talvez não. Porque a indústria teria que se reinventar cada vez mais rápido para melhorar as especificações de seus produtos e poderia manter um catálogo infinito de possibilidades de uma linha de produtos.

Ok, ok. Você pode pensar que eu estou divagando muito, viajando muito. Mas imagine um pouco se as limitações de tecnologia fossem limadas de vez  e que pudéssemos imprimir qualquer tipo de coisa em qualquer tipo de material. De sintéticos a tecidos. O mundo não seria mais o mesmo.

Acho que as pessoas nem sairiam de casa mais. A não ser para se divertir.

Mas num futuro com tantas capacidades, diversão em casa seria uma coisa totalmente louca e tão real quanto a da rua. Mas isso fica para outro papo.

, ,

Deixe um comentário

Viagem no tempo pode, Arnaldo?

Outro dia vi uma reportagem na qual um físico afirmava que um fóton, a menor particula que compõem a luz, seria incapaz de ser acelerada em uma velocidade superior a da luz. Com isso, eles afirmaram que uma viagem no tempo seria IMPOSSÍVEL. E me peguei imaginando a cara de milhões de fãs de ficção científica (como eu!) que devem ter feito um grande e sonoro: ahhhhhhh! (como eu!).

Mas não é que hoje uma nova reportagem dizendo que um Neutrino pode viajar em velocidades superiores a da luz? Eu já conhecia o neutrino antes assistindo a episódios de Jornada nas Estrelas. E se pode viajar acima da velocidade da luz, o que isso quer dizer??? Que Einstein estava errado na sua teoria de que nada pode viajar acima da velocidade da luz ou porque ainda estamos em um estágio tão baixo de conhecimento do universo que não conseguimos ver tal coisa antes?

Mas se tem uma particula que pode viajar acima da velocidade da luz, o mesmo não se pode dizer de outras coisas. Além disso, não conseguiríamos construir alguma coisa para viajar a esta velocidade, tanto na questão tecnológica quanto na questão de espaço. Um trambolho deste tamanho seria muito difícil de acelerar até esta velocidade sem receber dano nenhum.

Mas os sonhos de viagens no tempo sempre voltam quando algum assunto relacionado acaba por bater de novo em nossa porta. Pena que não viverei tanto para ver isso algum dia.

A não ser que deixe minha vontade registrada e alguém do meu futuro resolva vir aqui me resgatar…

, ,

Deixe um comentário

Judas matou a pau com a cobra

Demorei pra postar sobre o show (mais de 1 semana!) porque nos dias seguintes ao show passei mal, esqueci de terminar o post e viajei. Mas antes tarde do que nunca, certo?

13 de Setembro. A lua estava cheia e o clima estava ótimo pra uma atmosfera de puro Rock. E bem no horário previsto, a turma de David Coverdale entrou no palco trazendo a casa abaixo. O Whitesnake já entrou detonando no palco, mostrando que ainda está bem vivo. E o Coverdale, que vira sessentão no próximo dia 22, mostra que ainda tem energia e vontade de se apresentar.

Apenas alguns poucos clássicos estiveram no set list da banda. Isso não impediu o público de cantar junto e pular feito maníacos. É claro que Love a’int no Stranger foi um dos pontos altos do belo show, cantado em coro pelos presentes.

Coverdale já tocou com muita gente boa no passado e mantém músicos talentosos com ele ainda hoje. Destaque maior para o batera Doug Aldrich que, durante o seu solo, largou as baquetas e saiu detonando tudo com as mãos. Epic.

E o Whitesnake terminou seu fantástico show após 1 hora e 10 minutos de show apenas. E parecia ter sido muito menos tamanha a diversão da galera.

E dá-lhe pausa para retirar do palco as coisas do Whitesnake para a entrada da atração principal. E dá-lhe correria para ir ao banheiro e reabastecer o copo de cerveja (Heineken!) que estava bem gelada! Parabéns pro staff do Chevrollet Hall.

Menos de 25 minutos de espera e o Judas entra no palco arrasando. Tudo aquilo que eu esperava apareceu em instantes. Presença imponente, voz do Halford, guitarras pesadíssimas, cozinha afinada e muito couro (sempre presente na roupa da banda). Os velhinhos ainda são competentes no que sabem fazer e são monstros em cima do palco.

Desfilando clássicos da carreira, os caras mandaram bem desde o primeiro minuto. A galera cantava junto, se debatia nos moshs e nos refrãos. A pancadaria (musical, ok?) desfilou sem perder o fôlego durante todo o tempo.

Então estavamos chegando ao fim do set list e pra não deixar o clima esfriar, Breaking the Law seguida por Painkiller vieram destruir os presentes. Ri muito ao ver, durante o solo de Painkiller, um cara ser erguido pela galera e, de pé, “tocar” todo o solo com uma guitarra de papelão. Epic 2.

Fim de música, todos saindo e o batera fica e fala que tem uma surpresa. Barulho de moto e Halford entra com a tradicional Harley para enlouquecer o público mais uma vez. Epic 3.

O guitarrista substituto de KK Downing (que se aposentou antes dos caras virem pro Brasil) é muito bom e está bem incorporado no espírito da Banda.

Fim de show. Início as 21:00 horas e término as 01:15 da manhã. Infelizmente, fomos embora porque precisamos estar de pé na manhã para continuar a semana.

Whitesnake
David Coverdale - Vocal
Doug Aldrich - Guitarra
Reb Beach - Guitarra
Michael Devin - Baixo
Brian Tichy – Bateria
Brian Ruedy – Teclado
Judas Priest
Rob Halford - Vocal
Glenn Tipton - Guitarra
Richie Faulkner - Guitarra
Ian Hill - Baixo
Scott Travis - Bateria

, ,

Deixe um comentário

Leia este artigo…

Sabe ler em inglês? Leia este artigo:

http://www.nytimes.com/2011/09/11/business/computer-generated-articles-are-gaining-traction.html?_r=4&ref=technology&pagewanted=all

Ele fala de uma nova técnica para que programas de computador consiga escrever colunas e reportagens como se fossem humanos. Eles estão utilizando técnicas inovadoras para conseguir juntar estatísticas, heurísticas e novas técnicas de IA para que os computadores possam ser capazes de escrever os textos de maneira que seja quase impossível identificar a fonte.

Bem, pelo menos, essa é a vontade…

, ,

1 comentário

Na cachoeira

Sábado de sol. Calor insuportável. Era impossível ficar em casa. O jeito é ir procurar um entretenimento saudável para refrescar o calor. E não inventaram nada ainda para combater o calor que o frio. Mesmo que seja uma águra fria de cachoeira. E lá está a cachoeira da Jacuba para me salvar mais uma vez do terrível clima do vale do Aço.

A cachoeira da Jacuba fica em Jaguaraçu, vizinha à Timóteo e terra natal. Fui lá ainda criança na primeira vez e volto sempre que possível.

Sozinho, com família ou turma, lá é o local que adoro para passar um bom dia. Nadar, fazer um churrasco, jogar uma sinuca e passar o dia debaixo de uma sombra e com muita água fresca é o necessário para recuperar as energias do dia. Apesar da pouca água que estava lá nesse fim de semana (por causa da pouca chuva deste ano!), as águas estavam geladas e bem limpas.

Não é o lugar mais f@da do mundo em termos de atrações. É simples e atende muito bem para passar um dia descontraído. A cachoeira é tão simples quanto o lugar, uma mera queda-d’agua que fora represada para criar uma piscina natural. Dois “chuveiros” completariam a parte aquática do terreno que tem um riachinho que serve como piscina para crianças de até 5 ou 6 anos brincarem, incluindo uma espécie de prainha.

Fora a área de camping e os chalés (apenas 2) para acampar por lá e desfrutar de tudo isso junto a uma bela companhia. Imagina a água (gelada durante o dia!) geladíssima a noite também.

É como o meu pequeno paraíso no terra. Pena que não é meu…

, ,

Deixe um comentário