Arquivo de fevereiro \27\UTC 2012

O Livro do Fim do Mundo

Galera, vocês gostam de histórias? Gostam de contar histórias, talvez? Mesmo que com um pouquinho de exagero? Taí a oportunidade de você se consagrar pela web e pelo mundo. Foi lançado há algum tempo já o site do “Livro do Fim do Mundo”. A idéia é bastante simples. Você deve escrever uma história que conta o que você (você mesmo!!!) faria durante a hora final do fim do mundo.

É uma idéia muito legal. Te dá bastante liberdade para dar asas a sua imaginação e criar algo bem legal e criativo para ser publicado. Tudo bem, tem algumas regras básicas, mas acho que deve ser fácil de seguí-las:

  1. Não revele a causa do fim do mundo. Seu personagem pode saber (ou não), mas a causa não pode ser explicitada.
  2. O mundo acabará exatamente às 17:15 no dia 21/12/2012. O personagem saberá disso uma hora antes (16:15). O que ele fará com 1 hora?
  3. Escreva o texto em até 20 mil caracteres.

Bastante simples, não? Eu me inscrevi esta semana e vou tentar escrever alguma coisa. Se eu conseguir criar algo bem bacana, eu guardo por lá. Se não for aceito, eu vou postar aqui depois. Acho que deve ser legal poder fazer algo assim.

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E o Oscar vai para…

O Oscar é a festa suprema do cinema. E não foi nada in esperado que um filme como “O Artista” que faz uma clara homenagem ao cinema fosse premiado. O filme é aquilo que o cinema um dia já foi. Mudo, preto-e-branco e totalmente focado em um drama, método ou tema capaz de tocar as pessoas. Nada de explosões, correria e barulhos por todos os lados a cada 2,5 segundos.

Mas o que eu estava notando enquanto assistia a premiação ontem é como são organizadas as pessoas que estão lá para assistir/serem premiadas. Os candidatos (atores e atrizes primeiro) seguidos dos coadjuvantes, diretores, montadores, sonoplastas, efeitos visuais e tudo o mais.

Mas o mais engraçado é… Quem está lá no final do público? Quem está lá no final daquela fila imensa de cadeiras no Kodak Theater? Devem ser os bons e velhos figurantes de cena. Fico imaginando se as pessoas que são figurantes em Hollywood há dezenas de anos são também convidadas para o espetáculo. Afinal, eles também ajudam a construir a história que é contada no filme. São eles que morrem, apanham, correm e dão suporte para cenas toscas e comuns. Por que não permitir que eles também participem, não é?

Como esse cara aqui do lado. O nome dele é Al Leong. TODO filme que tem alguém de etnia asiática, pode procurar que ele estará lá. Já vi ele em dezenas de filmes, geralmente como vilão. Mas esse é apenas um das centenas de pessoas que foram figurantes ao longo dos anos. Minha primeira lembrança dele é de “Aventureiros do Bairro Proibido”, como membro da gangue chinesa do Lopan.

Acho que deveria ter uma homenagem para essas pessoas. Os figurantes estão aí a mais tempo que muita gente famosa hoje. Talvez por não serem bons ou bonitos em excesso – não é? – estes figurantes ficam relegados para sempre como… figurantes. Mas sem figurantes, como seriam os filmes? Como realizar épicos que tem exércitos por todo o lado ou mesmo uma multidão correndo insandecida por alguma razão? Ou a falta dela?

Pra mim, o Oscar deveria ir para eles… Pelo menos uma vez!

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É bom apenas para quem entende…

Estou assistindo novamente uma das séries que eu mais gostei até hoje: SCRUBS! Um seriado médico de comédia não é uma premissa muito normal, porque em hospitais há sempre pessoas doentes e estas pessoas doentes podem ficar boas o morrer. E a morte pode não ser uma coisa legal para tentar fazer piada.

A menos que você consiga criar um show com personagens divertidos e capazes de todo o tipo de situação, mas que tomam decisões que você tomaria. E se arrependem pelo que fazem as vezes. É justamente por este tipo de coisa que eu adoro a série.

Quando conheci a série, ela já estava na terceira temporada (e eu via as reprises) para acompanhar e tive que ir pegando o que já estava pelo caminho enquanto conhecia cada vez mais aqueles personagens. Meu pai dizia que a série era idiota e que eu perdia tempo por assisti-la.

Porém, eu via em mim o personagem JD interpretado pelo carismático Zach Braff. Um rapaz que sonha acordado, mas que tem um ótimo coração e está sempre disposto a ajudar quem quer que seja. Todos nós temos um pouco disso, mas eu sou realmente assim. Infelizmente??? Hehehehe. Daí eu já não sei dizer.

Mas das situações inusitadas que são apresentadas em cada episódio, o motivo de eu gostar tanto é por causa do final deles. Há sempre alguma lição a ser aprendida. Boa ou má para o seu Karma. Satisfatória ou não para um problema seu. Mas sempre, sempre, sempre com a melhor das reflexões possíveis. É sempre para mostrar as consequências de nossas ações com amigos, familiares e estranhos. Todos estamos conectados e todos nós nos beneficiaremos ou nos puniremos por sermos mesquinhos ou benevolentes. Tristes ou alegres. Bons e maus.

Afinal, é assim mesmo na vida. Então, um seriado mostrar este tipo de coisa é algo que me mostra que outras pessoas no mundo (os roteiristas da série, pelo menos!) tem um tipo de visão de mundo do jeito que eu tenho. E isso ainda me faz ter esperanças em nossa humanidade. Assista a série se você puder. Seja vendo pela TV a cabo (passa no canal da Sony ainda), em DVDs ou pela locadora online.

É… você entendeu…

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É… Eu sei…

Já tem quase 2 semanas que eu não posto nada. Infelizmente, também não escrevi nada para colocar aqui agora. Estou apenas sentado aqui depois de ler alguns e-mails e ver que tenho tido alguns acessos aqui no blog. Por quem, é que eu não sei. As pessoas que lêem algumas das coisas absurdas que eu escrevo por aqui de vez em quando ainda não tiveram a coragem (ou maldade?) de comentarem, xingarem ou debocharem do assunto.

Aí não dá pra poder pegar apenas o que de melhor eu escrever para publicar.

Também, tem outra coisa. Eu estive muito ligado ao que estava fazendo no trabalho. Afinal, programar é o que paga as minhas contas. Mas eu vou tentar voltar a escrever coisas por aqui. Estou querendo escrever mais um post sobre filmes legais com histórias malucas. Sobre idéias absurdas como a do banheiro de nave espacial. Sobre coisas incríveis que tem acontecido no mundo e na ciência. Sobre música (e o festival Metal Open Air!). Sobre o meu projeto musical pra 2012, o Lybraryan. Sobre qualquer outra coisa que estiver pensando. Estava com uma idéia de planta de casa outro dia. Pena que eu não sei desenhar…

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Filmes malucos mas com histórias incriveis 2

Filme: O grande mentiroso

Original: The Invention of Lying

Outro filme com uma idéia simples mas de incrível apelo. Imagine se no mundo não houvesse mentiras. De nenhum tipo. Isso seria incrível, não? Poderíamos saber o tempo todo tudo aquilo que as pessoas pensam sobre si, sobre os outros, sobre eu e você. Sobre o mundo, como são os fatos da vida, sobre a política, sobre a sociedade, sobre sentimentos. Porém, isso não seria uma maravilha sempre.

Pense nas diversas ocasiões em que preciou contar uma mentirinha, mesmo que microscópica, para não magoar alguém ou deixar as coisas dentro da chamada “conduta social”. E o filme já começa com um tapa na nossa cara sobre como esses comportamentos (inadequados?) melhoram a vida em sociedade e a nossa própria vida. Afinal, nestes minutos iniciais, o protagonista – falido, gordo e sem nenhum aprumo social – está saindo com uma belíssima mulher e ela fala, abertamente, tudo o que pensou sobre ele até o momento.

Acabei me pegando em pensamentos sobre o quanto algumas pessoas já mentiram para mim (e eu para elas!) apenas em um simples encontro. Então, toda vez que ganhei uma desculpa ou desvios de olhares, imaginem o que não estavam pensando de mim naquele exato momento. Eu acho que se ouvisse palavras como aquelas eu me sentiria terrível como o personagem de Ricky Gervais.

E o filme, com o roteiro dele, continua jogando na cara o tempo a verdade onde encontramos mentiras. Relacionamentos, propagandas, atendimento e atenção às pessoas que precisam, brincadeiras, lei e ordem urbana. É muita informação para se pegar em uma única assistida ao filme. E ele continua a desfilar (e alfinetar!) outra vertentes. Entretenimento (que é o que Gervais faz) e religião são alguns dos pontos atacados fortemente no filme.

Afinal, o que é a atuação no final das contas? Trata-se de fingir (mentir) sobre ser uma outra pessoa que não você. É por isso que o cinema lá é apenas uma leitura feita por uma pessoa sentada em uma cadeira, como um avô ou avó lendo contos para seus netos dormirem. Se as pessoas não conseguirem mentir, também não conseguiriam agir como outras.

A religião, retratada no filme após uma explicação do protagonista a sua mãe moribunda que recebe do filho uma “mentira” de como seria a sua vida após a morte, foi bem explorada – apesar de pequena. Merecíamos mais um pouco de abrangência sobre o assunto. Creio que as pessoas que são religiosas tenham ficado ofendidas com o filme. Apesar de que, penso, que todos nós deveríamos ficar ofendidos. Talvez esta tenha sido a intenção dele.

Existem no filme momentos em que a mentira, aplicada pelo “inventor” da mesma traria um benefício rápido e satisfatório para ele. Vide o momento em que convence uma bela mulher de que o mundo acabaria se eles não transassem, no cassino e nos momentos em que ele “ajuda” outras pessoas mentindo. Claro que tem mais referências, mas ficamos com essas por hora.

O filme terminaria de maneira fantástica se ele levasse estas mentiras até sua última consequencia que culminaria no seu casamento com a protagonista feminina que joga tudo em sua cara logo no começo do filme. Por sobrepor o verdadeiro amor dele sobre sua capacidade, até o momento, de se aproveitar das mentiras que só ele é capaz de contar e entender para ficar com a moça, o filme acaba perdendo um pouco de sua força e de sua proposta inicial.

Mesmo assim, é um belo material para que possamos refletir um pouco sobre como agimos com a gente e com as pessoas. É um filme que gosto muito de ver e rever. E sempre acabo pegando  alguma coisa que ficou pelo caminho na última sessão.

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Metal Open Air

A expectativa é altíssima. O Brasil não tem, há tempos, um festival exclusivo de Heavy Metal. Rock in Rio e os outros eventos que aconteceram nos últimos anos não parecem ter uma visão tão grandiosa quando o assunto é música pesada.

3 dias de festival, um local com uma grande estrutura (com camping!) e 40 bandas – 20 nacionais e 20 internacionais. É a chance de muita gente ver em um único lugar, várias bandas – de estilos diferentes até – em um espaço tão curto, tanto de tempo quanto de lugar.

Já garanti o meu ingresso para os 3 dias e para o camping. Estou pegando os detalhes ainda sobre o lugar, sobre o camping, o que levar ou não. Horários dos shows e ordem das bandas também não saíram. Estão aguardando a confirmação de mais 5 bandas internacionais e 4 nacionais.

E está cada vez melhor, afinal temos agora 2 dos 4 BIG FOUR!

Lembre-se: a partir de 20 de ABRIL de 2012!

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