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The Aveeeengers

The Aveeengers! Era assim que começava um jogo antigo de video-game que tinha dos vingadores. Naquela época reinava os side-scrooling beaters, gênero eternizado pelos saudosos Golden Axe, Final Fight e Streets Of Rage.Era simples e tinha apenas Capitão América, Homemde Ferro, Visão e Gavião Arqueiro.

E 3 destes personages citados estão no vindouro filme da Marvel Movies. Eles estão preparando o terreno desde o ótimo “Homem de Ferro” em 2008. De lá pra cá, tivemos mais um Homem de Ferro, Hulk, Capitão América e Thor.

Agora eles se juntam em uma nova franquia, Os Vingadores. Eu estou torcendo para que este filme saia com uma qualidade incrível. Quem assistiu os trailers divulgados nas últimas semanas – e é fã – está se remoendo para finalmente assistir ao filme.

Como eu falei quando comentei em Thor, a Marvel está fazendo seus filmes como fazem os quadrinhos. Apresentam as coisas, deixam você empolgado e pedindo mais. Mas nada é concluído e tudo fica para a próxima edição. Ou numa esdição especial. Agora os casos são com filmes. E assim foi em todos eles. Os vilões são contidos (e não aniquilados) e podem voltar com um plano para dominar ou destruir o mundo num piscar de olhos.

Mas nossos heróis estarão lá, para que possam defender a terra contra as maiores forças do mal. Vamos torcer para que este novo arco que a Marvel está criando seja tão incrível como até agora apresenta. Tem muito material antigo para ser utilizado. É possível sair algo de qualidade, não?

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Filmes malucos mas com histórias incriveis 2

Filme: O grande mentiroso

Original: The Invention of Lying

Outro filme com uma idéia simples mas de incrível apelo. Imagine se no mundo não houvesse mentiras. De nenhum tipo. Isso seria incrível, não? Poderíamos saber o tempo todo tudo aquilo que as pessoas pensam sobre si, sobre os outros, sobre eu e você. Sobre o mundo, como são os fatos da vida, sobre a política, sobre a sociedade, sobre sentimentos. Porém, isso não seria uma maravilha sempre.

Pense nas diversas ocasiões em que preciou contar uma mentirinha, mesmo que microscópica, para não magoar alguém ou deixar as coisas dentro da chamada “conduta social”. E o filme já começa com um tapa na nossa cara sobre como esses comportamentos (inadequados?) melhoram a vida em sociedade e a nossa própria vida. Afinal, nestes minutos iniciais, o protagonista – falido, gordo e sem nenhum aprumo social – está saindo com uma belíssima mulher e ela fala, abertamente, tudo o que pensou sobre ele até o momento.

Acabei me pegando em pensamentos sobre o quanto algumas pessoas já mentiram para mim (e eu para elas!) apenas em um simples encontro. Então, toda vez que ganhei uma desculpa ou desvios de olhares, imaginem o que não estavam pensando de mim naquele exato momento. Eu acho que se ouvisse palavras como aquelas eu me sentiria terrível como o personagem de Ricky Gervais.

E o filme, com o roteiro dele, continua jogando na cara o tempo a verdade onde encontramos mentiras. Relacionamentos, propagandas, atendimento e atenção às pessoas que precisam, brincadeiras, lei e ordem urbana. É muita informação para se pegar em uma única assistida ao filme. E ele continua a desfilar (e alfinetar!) outra vertentes. Entretenimento (que é o que Gervais faz) e religião são alguns dos pontos atacados fortemente no filme.

Afinal, o que é a atuação no final das contas? Trata-se de fingir (mentir) sobre ser uma outra pessoa que não você. É por isso que o cinema lá é apenas uma leitura feita por uma pessoa sentada em uma cadeira, como um avô ou avó lendo contos para seus netos dormirem. Se as pessoas não conseguirem mentir, também não conseguiriam agir como outras.

A religião, retratada no filme após uma explicação do protagonista a sua mãe moribunda que recebe do filho uma “mentira” de como seria a sua vida após a morte, foi bem explorada – apesar de pequena. Merecíamos mais um pouco de abrangência sobre o assunto. Creio que as pessoas que são religiosas tenham ficado ofendidas com o filme. Apesar de que, penso, que todos nós deveríamos ficar ofendidos. Talvez esta tenha sido a intenção dele.

Existem no filme momentos em que a mentira, aplicada pelo “inventor” da mesma traria um benefício rápido e satisfatório para ele. Vide o momento em que convence uma bela mulher de que o mundo acabaria se eles não transassem, no cassino e nos momentos em que ele “ajuda” outras pessoas mentindo. Claro que tem mais referências, mas ficamos com essas por hora.

O filme terminaria de maneira fantástica se ele levasse estas mentiras até sua última consequencia que culminaria no seu casamento com a protagonista feminina que joga tudo em sua cara logo no começo do filme. Por sobrepor o verdadeiro amor dele sobre sua capacidade, até o momento, de se aproveitar das mentiras que só ele é capaz de contar e entender para ficar com a moça, o filme acaba perdendo um pouco de sua força e de sua proposta inicial.

Mesmo assim, é um belo material para que possamos refletir um pouco sobre como agimos com a gente e com as pessoas. É um filme que gosto muito de ver e rever. E sempre acabo pegando  alguma coisa que ficou pelo caminho na última sessão.

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Epic Song is always Epic

Este vídeo é um trecho do filme “Wayne’s World”, conhecido no Brasil como Quanto Mais Idiota Melhor. Esse foi o filme que me fez conhecer o Mike Myers. Esse filme é 1992 e é uma grande homenagem para o Rock com suas impagáveis referências e participações especiais.

Adoro esse filme e acabei comprando os DVD’s dos 2 filmes. Sim, tem uma parte 2. Mas ela não é tão engraçada quanto a primeira.

Fica uma dica aí de um filme bacana. Apesar de que, se você não assistiu esse filme, se enforque. hehehehe…

Mas essa parte do Bohemian Rhapsody no carro é clássica, apesar de ser só uma parte da música que eles reamente se involvem. Mas essa versão aqui tem a músca completa com trechos do filme até a parte do carro. A partir daí eles realmente deixaram a versão do filme.

Confiram aí!

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Filmes malucos com histórias legais

Filme….: Mais Estranho que a Ficção
Original: Stranger Than Fiction

Eu gosto bastante deste filme. Tem uma idéia simples. Uma idéia surreal, eu sei. Mas muito legal mesmo assim. Imagine você acordar em um belo dia e, enquanto executa sua rotina, começa a ouvir vozes que narram o apático dia-a-dia da sua vida. Ou mesmo que você viva uma vida de aventuras. Pense apenas como começar a ouvir vozes que conseguem descrever com uma incrível precisão o que você está pensando ou fazendo. Você começa a se achar loucamente louco. De morder quina de parede.

Mas e se o que você estiver ouvindo for realmente a voz de uma pessoa real que está escrevendo um livro? Um romance. E que, por algum motivo enlouquecedor, está escrevendo uma história de um personagem que é você. Você vê e acaba sabendo coisas que vão acontecer enquanto o autor da obra está escrevendo enquanto “dita” a si mesmo a história. Pode ser pior se você ouve o “autor” citar a sua inevitável morte.

O filme é incrível. O personagem de Will Ferrel, no começo tão simplório e tão entediante, passa a experimentar as coisas mais simples da vida. Deixa de ser um repetidor de ações e passa a vivê-las. Esta mudança radical de atitude parece ser obra do autor, mas também pode ser uma obra do próprio personagem que resolveu curtir as coisas antes de sua morte inevitável. Ou não?

Você também fica torcendo para que ele consiga os seus objetivos que nos são apresentados no meio do filme. O ramance com a doce Anna e a busca pela autora que está escrevendo a “sua história” antes de ele matá-lo. Porque é isso o que ela faz com todos os seus “heróis” nos livros que escrevera.

É comovente também ver como a autora sofre com a inexplicável descoberta, inacreditável, de conduzir uma vida humana com as palavras e toda a consequencia que isso vai acarretar a partir dali, se ela terminar o seu livro. Mas não são as palavras que nos ditam valores, regras, acordos e como vivemos em sociedade, em família, no trabalho? Seguimos uma linha, as vezes tênue, capaz de guiar a vida de muitas pessoas. Como se estas vidas estivessem sendo ditadas durane seu caminho.

A decisão da autora entre terminar o que seria sua obra prima – matando o personagem no processo – e a vida que está literalmente em suas mãos, dá um gostinho de ser Deus e o tamanho da responsabilidade desse poder traz. Já dizia o Tio Ben: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.” Máxima suprema. Quem detém o poder hoje? Quem é o maior mandante na cadeia alimentar global do capitalismo? A gente não sabe. Tem sempre aquele que manda, que é mandando por um terceiro, que é mandado por mais um e assim vai. Mas nunca sabemos quem é a cabeça, quem é o cara que bate o martelo e decide quem fica e quem vai, quem ganha e quem perde.

A solução encontrada para a autora no final do filme é eficaz ao mesmo tempo que traz um final feliz à história. Fazer com que o <spoiler> relógio, cuja função sempre marcou a vida do personagem </spoiler> seja o responsável por salvar a sua vida, como a explicação do médico, impassivelmente espantado, dá a notícia depois que o personagem volta a consciência.

Brincando com a meta-liguagem a todo instante, o filme é um exercício de pensamento e reflexão sobre o que nossas ações podem causar para nós e para quem está a nossa volta, dentro de nosso círculo.

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Se a lanterna madurar….

Assisti, finalmente, ao filme Lanterna Verde. O que eu tenho a constatar é… A DC novamente pisou na bola com um personagem seu… Bem, quase. Já vou explicar.

O filme é bem legal. Os efeitos da roupa, construtos, aura dos lanternas, Oa e tudo o mais foi muito bem feito. A abordagem alienígena dada aos artefatos da tropa dos lanternas verdes é muito legal. Boa sacada. Talvez mais bem apresentada que nos quadrinhos. Isso porque transpor para as telas de um cinema (e para um público leigo?) tudo o que consta em décadas de histórias em quadrinhos seria um desafio sem igual. Além da história em si, claro…

Mas não é a “história de origem” ou defeitos de roteiro que mais atrapalha o filme. Acho que faltou mais participação da tropa. O inimigo, Parallax, é facilmente derrotado. Claro que o Hal é um dos personagens do universo com maior força de vontade dos quadrinhos (a fonte da energia verde). Mas é que a tropa tem pouca participação na história. Durante o filme me lembrei da revista “Crepúsculo Esmeralda” lançado pela DC que contava a origem de Hal e sua primeira aventura como Lanterna Verde enfrentando Legião, um ser amarelo que ele derrotou alimentando-se de energia direto da bateria central de Oa. Foda!!!!!

Mas as coisas que vemos nas hqs nunca fariam sentido em um filme, talvez. É por isso que esses filmes sofrem adaptações para “se encaixarem” no nosso mundo.

O problema dos filmes é que eles são rápidos demais. Um personagem pode mudar de atitude ou de pensamento muito rápido. E nem sempre, seguem o conselho de quem devem, mas de quem estimam. Why???? Talvez porque seja assim na nossa vida, não é? Afinal, a arte imita a vida…

E faltou a DC novamente fornecer algo que nos deixasse boquiabertos durante o filme. O que mais me espantou foi a criação do anel amarelo pelos próprios guardiões. Mas talvez não mais que a deixa com o Sinestro se tornando o lanterna amarelo e o grande vilão que Hal Jordan enfrentaria mais tarde. Ahhh… Deu um gostinho de quero mais no filme.

E talvez isso tenha tornado as coisas ainda mais ruins… pelo menos para mim.

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E o filme do Capita…

Verei neste 1º de Agosto. Depois de ler algumas coisas sobre o filme na internet (coisas de fãs e coisas do críticos sérios!) vou assistir ao filme do CA aguardando um filme como Thor. Acho que o filme não vai me decepcionar. Mas convenhamos, pior que alguns gibis que li recentemente (este fim de semana!) não deve ser.

Vamos lá com a intenção de se divertir apenas. Como foi com os outros filmes da Marvel. Se X-men – First Class foi capaz de fazer isso, o filme do bandeiroso também pode!

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The ZAZ Team

Acordei hoje bem cedo e saí por aí clicando em um monte de links enquanto não tinha nada para fazer. Foi aí que caí em um link para o Youtube com um clip do filme TOP SECRET. Depois de vê-lo (e matar a saudade!) continuei a ver outros vídeos sobre o trabalho dessa magnífica turma que fez as melhores comédias que eu já vi na minha vida. Ninguém consegue – ou conseguiu – fazer estas comédias sátiras igual ao trio Zucker Abrahams Zucker.

Estes brilhantes caras, aliados com o roteirista Pat Proft, criaram filmes memoráveis que se eu assistir ainda hoje, vou rir muito até chorar. E pra que ninguém fique com o gostinho de eu só falar bem dos caras – e pra quem não conhece o trabalho que eles fizeram – tem um monte de links dos vídeos dos caras no Yotube que eu separei por serem bacanas ou por serem as únicas e as mais legais que achei.

Top Secret

Top Gang

Airplane e Naked Gun

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