Arquivo de março \30\UTC 2011

30ª Caminhada da Inconfidência

Galera, no dia 16 de abril vai acontecer a 30ª Caminhada da Inconfidência e eu estarei participando dessa aventura.

Segundo os organizadores, a caminhada é feita em percurso entre Ouro Preto e Ouro Branco, em um total de 38Km. As inscrições ainda não foram encerradas e vão até o dia 29/03/2011. Porém, não é possível mais fazer o pagamento por boleto, apenas por cartões de crédito.

O evento conta com transporte de ida e volta para BH (no meu caso), além do participante receber um kit com camiseta, chapéu, squeeze, pochete de transporte de documentos e squeeze, cartilha de orientações, crachá com 4 vales-lanches e de um churrasco de encerramento.

Durante o percurso, os organizadores garantem pontos a cada 3Km para fornecer água para os caminhantes.

Ah, e todo mundo ganha medalha por participar do evento. Bacana, não?

Vou lá curtir esse evento, tirar umas fotos, conhecer novas pessoas e tentar me divetir, além de fazer um belo exercício físico e curtir umas belas paisagens.

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O que eu vi em Sucker Punch

Assisti a Sucker-Punch: Mundo Surreal. E o que eu tenho a dizer? Talvez apenas que Zack Snyder tenha feito um filme que é um sonho de consumo Nerd.

Veja bem: o filme tem 5 mulheres lindas em roupas decotadas, fetichistas e estilosas (cosplays futuros detected). Além disso elas lutam, atiram, explodem e massacram orcs, dragões, samurais que tem até metralhadoras, soldados zumbis steam-punks, robôs capazes de lutar, desarmam bombas, derrubam aviões e dirigíveis enquanto pilotam máquinas incríveis em cenários maravilhosos e que fazem parte da cultura nerd como castelos, planetas, templos e campos de batalha que parecem não ter fim.

Isso tudo intricado numa história que, após assistir a origem, você não vai ficar perdido com o que está se passando. A grande viagem aqui, na minha opnião, fica pelo modo como as “missões” são executadas pelas mocinhas.

As apresentações dançantes de BabyDoll são transformadas nessas aventuras, em que ela precisa recuperar itens básicos para que possa se libertar. E também libertar suas amigas. Cada música apresentada reflete a um mundo diferente, cada vez mais grandioso que o anterior, talvez pela própria canção a que BabyDoll é submetida a dançar e pela libertação cada vez maior que a dança lhe proporciona. É um escape muito legal.

E o que dizer de suas amigas? Sweet Pea (que nome apropriado), Rocket, Amber e Blondie são os pontos chaves das missões, enquanto BabyDoll desvia as atenções (as minhas ficavam apenas em Sweet Pea, hehehe).

É um filme bacana, não estou fazendo nenhuma crítica – até porque não sei fazer isso. Eu assisti e gostei e recomendarei aos meus amigos.

Só uma coisa me incomodou muito durante o filme: Zack Snyder está virando um Michael Bay do recurso de camêra lenta. Não me entenda mal.

Foi legal em 300, bem diferente. Foi um pouco excessivo em Watchmen. E acredito que tenha sido abusado aqui também. Principalmente na “missão” da bomba. Espero que seus próximos trabalhos abusem um pouco menos desse recurso, que pode cansar o espectador. Já imagino o super voando em câmera lenta enquanto salva os cidadãos de Metrópolis. Acho que não rola.

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O que houve, Rock???

Comecei o blog ontem e um amigo já comentou o post inicial. E olha que eu nem tive tempo de fazer muita coisa.  Não fiz nem um pedido para os amigos conferirem. Não tem nem um layout definido ainda. Aliás, nem sei se vou alterar o layout que tenho.

Devo alterar sim, mas algum outro dia.

Mas esse amigo me pediu pra falar sobre Rock. Talvez por eu adorar rock e por acompanhar o que anda acontecendo. Mas confesso que não estou acompanhando tanto como fazia há uns 3 ou 4 anos atrás. Muitas coisas mudaram. O rock mudou. O modo como ele chega no mundo mudou. Seu impacto também.

Antes o rock era uma forma de protesto, musicalmente ou pelas suas performances destinadas a chocar ou colocar o seu ouvinte para pensar.

É por isso que o rock falava sobre política, sociedade, guerras, literatura/filmes, lendas e mitologia, religião e credos diversos. Habitava também o fantástico, criando histórias ou fantasiando com a cultura em geral.

Por isso também que o rock abusava do visual em shows, fazendo verdadeiros teatros para marcar, no ouviente, a mensagem que eles queriam passar. Ou apenas por diversão mesmo, para deixar bem louco. Isso foi feito por gente como Pink Floyd, Alice Cooper, Kiss, etc…

Mas hoje o rock quer ser mais pop, quer “agradar” o grande público. Não quer ousar mais, não quer forçar a barreira que ele mesmo quebrava a cada vez que ele levantava uma nova. O rock tomava atitude e fez com que as pessoas fossem até ele. Hoje, o rock é que está se adequando para chamar a atenção das pessoas. E isso, pra mim, é perder um pouco a sua essência.

Vejo isso hoje em alguns discos mais novos que vejo de artistas já consagrados e que se sentem confortáveis e nos entregam discos óbvios demais, até para eles. E isso é uma pena.

E aí me pego ouvindo os mesmos discos sempre que algo novo não me agrada. E como tenho escutado aquilo que considero clássico!

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Após a decolagem…

Estou sem sono. Engraçado como isso acontece às vezes. Mas amanhã durante o dia, vai dar a maior vontade de cochilar.

Estava eu pensando aqui em paraquedismo. Eu estou aprendendo e praticando este esporte que tinha vontade de conhecer desde criança, vendo filmes nos quais as pessoas saltavam e faziam estrepulias(??) nos céus. Eu queria muito fazer aquilo.

Estou fazendo um curso de ASL (existe também o método AFF de aprendizagem). Mas o mais legal é que em poucos dias tentarei minha primeira aventura em queda-livre. É. Eu, só eu e eu apenas para saltar do avião e tentar abrir o para-quedas principal, tentando fazer tudo correto para progredir ainda mais.

Aonde quero chegar? Talvez neste nível aqui. Ou neste.

Mas ainda deve demorar bastante. Enquanto isso eu vou curtindo os saltos que farei até que estes momentos cheguem, espero.

E hoje teve uma coisa engraçada. No ônibus de volta do trabalho(qual o problema?) vi meu reflexo na janela e comecei a fazer treinamento de falso punho, que é uma simulação de abertura feita pelo paraquedista quando salta do avião sem realizar de verdade a abertura, que ainda é feita pela fita presa ao para-quedas.

Depois de alguns minutos, tinha um monte de gente olhando pra mim com aquela cara de: “WTF, ele é doido???”.

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Mundo Surreal

Acabei de assistir hoje o novo filme de Zack Snyder, Sucker Punch – Mundo Surreal.

Até que gostei do filme. Vou comentar um pouco sobre ele em um próximo post sobre o que achei legal e o que eu não gostei. Sim, tem alguns pontos que não me agradaram no filme. Mas o mais surreal que vi hoje no cinema foi o público presente.

Imagine a cena. Você paga um ingresso de entrada INTEIRA, compra pipocas e refrigerantes e doces e o que mais vier na sua cabeça. Aí você entra na sala e já nos primeiros segundo de projeção, você começa a falar alto, rir e conversar o tempo todo.

Quer atenção? Este não é o lugar ideal para você.

Acho que seria ideal que houvessem salas para as pessoas que querem REALMENTE assistir o filme sem interrupções e salas para os que gostam de fazer gracinhas.

Não me importo que façam isso durante os trailers. Mas precisam realmente fazer isso durante todo o filme? É, no mínimo, lamentável.

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Decolagem Inicial

Olá Mundo!

É assim que os programadores iniciam o aprendizado em uma linguagem. É assim também que iniciarei este novo passo.

Não sei bem o que é bloggar ainda. Esta é uma tentativa de mostrar idéias e trazer mais pessoas pra discutirem comigo.

E discutir, saudavelmente, é uma coisa boa neste mundo. Está faltando diálogo na vida moderna. Até mesmo um simples bom dia está em desuso hoje. Venho de uma cidade do interior de Minas Gerais. Lá as pessoas se cumprimentam nas ruas, sabem quem você é pelo nome. Ou pelo menos sabem de seus ascendentes e te respeitam por isso.

Moro hoje em Belo Horizonte. É a capital do estado, eu sei. Cidade grande. Mas BH tem todo um jeitinho mineiro de cidade pequena ainda, com suas características bem enraizadas. Mas corre o risco de perder essa face por tentar se encaixar nesse mundo moderno.

Posso estar falando algo errado. Estou na cidade não tem 3 anos ainda. Mas o que vi me agradou, porque acho o melhor da cidade pequena com a agitação e as atrações que uma cidade grande pode nos mostrar. Bem como os seus problemas. Mas nada que não possamos discutir. E fazer levantar vôo nas qualidades que queremos ver presente ainda nesse mundo.

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